A nossa história está marcada por mortes de inocentes para, supostamente, defender a vontade do Ser Superior. Fazemos o mal, mas com o intuito do bem. Desprezamos os marginalizados da sociedade, agredimos homossexuais, desrespeitamos seguidores de outras religiões e, ainda, contribuímos com a desigualdade social. A cegueira por obedecer a uma doutrina está tão disseminada em nosso meio que o bullying é apenas mais um reflexo de como nos tornamos presos à moda "Em Nome de DEUS". Os valores humanos indispensáveis à qualidade de vida, às vezes, somos contrários por acreditar em crenças que dizemos ser fiéis. Essa atitude estúpida mascara o nosso verdadeiro problema: não sabemos amar. Isso estende-se a todos os crentes sejam eles agnósticos, ateus, católicos, protestantes, budistas, espíritas, judeus, islãs, entre outros.
O problema do fundamentalismo religioso é tão sério que é praticamente imperceptível. Vivemos e praticamos ele diariamente sem nem ao menos nos perguntar o seu real motivo. Seguramos o nosso livro sagrado na mão esquerda enquanto a direita permanece suja de sangue daqueles que não soubemos compreender. A nossa vida torna-se marcada por paradoxos extremos de uma realidade cruel para aqueles que não pertencem ao nosso grupo. Viva e deixe viver... viva e deixe viver... VIVA E DEIXE VIVER! Somos chamados a isso constantemente. Estabelecer as bases fortes do amor ainda não foi um desafio cumprido. Na verdade, sequer inauguramos o marco zero. Em uma vida cheia de ilusões preferimos participar de um mundo imaginário ao invés de experimentar a realidade.
Religião não é atraso de vida. Nem tampouco problema a ser enfrentado. O desafio está em conscientizar as pessoas e acabar com o fundamentalismo que elas pregam, na exclusão que praticam e nas mortes que causam. A nossa filosofia de vida deve ser baseada nos valores humanos. Precisamos compreender que não estamos a sós nesse mundo e que a diversidade é imprescindível para o equilíbrio da vida. Somos apenas uma espécie em meio a milhões. Moramos em apenas um planeta em meio a trilhões. Não há motivo para egoísmo quando os números nos mostram que pertencemos a uma minoria privilegiada. Viver sem discriminação pode fazer a diferença. Vamos, pelo menos, tentar?
O ser humano é uma espécie ignorante mesmo sendo dotada de tanta inteligência. Reconhecer nossa insignificância pode contribuir com o nosso convívio social. Por isso, sintam-se convidados a refletir sobre tudo que considera como certo e errado.
*Ouro de Tolo é o nome de uma canção de Raul Seixas datada de 1973. O vídeo abaixo é um clipe dessa música com cenas de Rauzito. Vejam e Reflitam:
O problema do fundamentalismo religioso é tão sério que é praticamente imperceptível. Vivemos e praticamos ele diariamente sem nem ao menos nos perguntar o seu real motivo. Seguramos o nosso livro sagrado na mão esquerda enquanto a direita permanece suja de sangue daqueles que não soubemos compreender. A nossa vida torna-se marcada por paradoxos extremos de uma realidade cruel para aqueles que não pertencem ao nosso grupo. Viva e deixe viver... viva e deixe viver... VIVA E DEIXE VIVER! Somos chamados a isso constantemente. Estabelecer as bases fortes do amor ainda não foi um desafio cumprido. Na verdade, sequer inauguramos o marco zero. Em uma vida cheia de ilusões preferimos participar de um mundo imaginário ao invés de experimentar a realidade.
Religião não é atraso de vida. Nem tampouco problema a ser enfrentado. O desafio está em conscientizar as pessoas e acabar com o fundamentalismo que elas pregam, na exclusão que praticam e nas mortes que causam. A nossa filosofia de vida deve ser baseada nos valores humanos. Precisamos compreender que não estamos a sós nesse mundo e que a diversidade é imprescindível para o equilíbrio da vida. Somos apenas uma espécie em meio a milhões. Moramos em apenas um planeta em meio a trilhões. Não há motivo para egoísmo quando os números nos mostram que pertencemos a uma minoria privilegiada. Viver sem discriminação pode fazer a diferença. Vamos, pelo menos, tentar?
O ser humano é uma espécie ignorante mesmo sendo dotada de tanta inteligência. Reconhecer nossa insignificância pode contribuir com o nosso convívio social. Por isso, sintam-se convidados a refletir sobre tudo que considera como certo e errado.
*Ouro de Tolo é o nome de uma canção de Raul Seixas datada de 1973. O vídeo abaixo é um clipe dessa música com cenas de Rauzito. Vejam e Reflitam:
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